A coragem
Não temer o adversário
Não temer o homem sanguinário
Nem se intimidar diante do mal imaginário
Do vento oposto,sentido ao contrário
Que tenta destruir as almas, sugando-lhes a energia
Tenta roubar-lhes vida, e toda a alegria
Uma seta envenenada em cada rua, em cada esquina
Sem causa, por prazer, derramam o sangue inocente com covardia
Somente uma força Bendita,viva, real,iluminada como a luz a luz do dia
Destrói as forças do mal e suas fúrias
Dando-nos pleno gozo e harmonia

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